APOCALIPSE APO01

Depois da morte e ressurreição de Jesus, o Evangelho espalhou-se rapidamente. Em toda parte surgiam pequenas comunidades. Em pouco tempo, a Boa Nova de Jesus atravessou as fronteiras da Palestina. Entrou pelo império romano: Ásia Menor, Grécia, Itália. Não foi uma caminhada fácil. Houve muitas dificuldades e perseguições. Mas, apesar de tudo, o sol brilhava. O vento era favorável. Aos poucos, porém, o céu se cobria de nuvens. Uma tempestade se armava. A escola de império romano ensinava que o imperador era o senhor do mundo (13,4.14). Os cristãos diziam o contrário: “Jesus o senhor dos Senhores!” (17,14; 19, 16). O império tinha os seus deuses (2,14). Era em nome destes falsos deuses que o imperador se declarava Senhor do mundo! Todos deviam prestar culto a ele (13,8-15). Assim, ajudado pela religião, o imperador conseguiu montar um sistema que controlava a vida do povo (13,16-17) e que explorava os pobres para aumentar o luxo dos grandes (18,3.9.11-19).com a chegada do fim do primeiro século, parecia ter chegado também o fim da caminhada das comunidades. Todas as portas estavam fechadas. Todo o poder do mundo se voltava contra os cristãos. Muitos abandonavam o Evangelho por medo e passavam para o lado do império. Na comunidade se dizia: “Jesus é o Senhor!”. Mas lá fora, quem mandava mesmo como Senhor todo-poderoso era o imperador de Roma! É neste fim do primeiro século, época de perseguição, que foi escrito o livro do Apocalipse.


HISTÓRIA DA IGREJA HI02

A partir de Jesus a história do povo de Deus tem um novo sentido e novo rumo. Esta apostila oferece ao leitor, conhecimentos precisos sobre a realidade social, política, cultural, econômica e religiosa do berço do cristianismo. Faz o leitor viajar no tempo e no espaço levando-o a conhecer a história do cristianismo antigo, medieval, moderno e contemporâneo. Traz, também, relatos da história da Igreja na América Latina e no Brasil. Um rico e excelente material que nos conduz pelos caminhos da história do povo de Deus: do Novo Testamento aos nossos dias.


ANTROPOLOGIA TEOLÓGICA AT03

O material que agora apresentamos caracteriza-se como síntese de parte de alguns capítulos (seis) do livro “Unidade na Pluralidade”, do Pe. Alfonso Garcia Rubio. Além deste, é enriquecido com conteúdos de algumas outras obras, tendo sempre em vista uma melhor compreensão por parte daqueles que entrarão em contato com o texto em sua totalidade. É algo que se destina a seminaristas e vocacionados ao Diaconato. Foi organizado com o objetivo de oferecer aos alunos a possibilidade de acompanhar as exposições feitas em sala de aula, tendo em mãos um conteúdo com o qual trabalhar em posteriores reflexões. Assim sendo, não existe preocupação com o rigor metodológico. Não é algo para publicação. Nunca é demais lembrar que o contato com esta apostila não substitui a leitura total da obra e nem mesmo dos capítulos com os quais trabalhamos. O mesmo pode ser dito com relação aos demais livros consultados.


AS DIRETRIZES PARA A FORMAÇÃO DO DIÁCONO PERMANENTE DFD04

Os documentos do Magistério situam a sua origem na escolha dos sete homens "de boa reputação, repletos do Espírito e de sabedoria" (At 6,1-6), embora o texto não fale explicitamente de diáconos, ao menos no sentido atual do termo, mas sim de ministros. Referências explícitas a eles encontram-se nas cartas de Paulo (Fl 1,1 e 1Tm 3,8-13). Essa apostila é muito esclarecedora, especialmente para todos que se encontram na situação de vocacionados e candidatos ao Diaconado Permanente da Igreja Católica Apostólica Romana.

CONHECENDO A LITURGIA CL05

Ninguém é totalmente sábio ou perfeito; só Deus é assim. A cada dia, a cada momento aprendemos mais e mais. Porém, somos perfeitos quando tentamos nos aproximar da perfeição; mesmo sabendo que jamais conseguiremos alcançá-la em plenitude. O estudo que aqui se encontra é fonte de várias pesquisas. Se não, mais do que queiramos ser leigos sobre o que seja a palavra Liturgia, que sejamos coerentes no que que aqui pronunciamos e prossigamos com os nossos objetivos, refletindo sempre antes de passarmos para um novo assunto dos conteúdos apresentados.

IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA E ÚNICA ICAU06

A palavra católica vem do grego "catholikón", que quer dizer "geral", "universal", em sentido contrário a "particular". Desde a sua origem a Igreja fundada por Jesus, sobre Pedro e os Apóstolos, é universal, católica. Foi este desejo do Senhor, quando enviou os seus apóstolos a todos os povos: "Ide, pois e ensinai a todas as nações..." (Mt 28,19). "Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura" (Mc 16,16). É Cristo quem quis, desde a sua origem, que a Igreja fosse universal. Nenhuma Instituição humana está presente em toda a face da terra como a Igreja católica. Na maioria dos países ela está presente, com o representante do Papa, o Núncio Apostólico, os Bispos, os sacerdotes, diáconos e fiéis. É a única Instituição que fala todas as línguas dos homens, como Jesus quis.

DIREITO CANÔNICO DC07

O conteúdo do Evangelho, no qual se apoiava a fé cristã nos primórdios do cristianismo, era um saber de salvação, revelado, não sustentado por uma filosofia. Na luta contra o paganismo greco-romano e contra as heresias surgidas entre os próprios cristãos, no entanto, os padres da igreja se viram compelidos a recorrer ao instrumento de seus adversários, ou seja, o pensamento racional, nos moldes da filosofia grega clássica, e por meio dele procuraram dar consistência lógica à doutrina cristã. este instrumento técnico-jurídico que é o Código "se ajusta perfeitamente à natureza da Igreja, sobretudo tal como é proposta pelo Magistério do Concílio Vaticano II, visto em seu conjunto e, de modo especial, em sua doutrina eclesiológica", segundo assinala João Paulo II. Com efeito, perante o corpo legal da Igreja latina, se cumpriu também o veemente desejo expresso pelo Romano Pontífice, ao proceder a sua promulgação: "O que a cabeça ordena cumpra-se no corpo".

PATRÍSTICA PAT08

O conteúdo do Evangelho, no qual se apoiava a fé cristã nos primórdios do cristianismo, era um saber de salvação, revelado, não sustentado por uma filosofia. Na luta contra o paganismo greco-romano e contra as heresias surgidas entre os próprios cristãos, no entanto, os padres da igreja se viram compelidos a recorrer ao instrumento de seus adversários, ou seja, o pensamento racional, nos moldes da filosofia grega clássica, e por meio dele procuraram dar consistência lógica à doutrina cristã.

MISSÃO E MINISTÉRIOS DO DIÁCONO MMD09

O ministério diaconal, nos primeiros séculos, assume a dimensão da caridade, juntamente com o serviço ao culto e à pastoral. Nas primeiras comunidades cristãs percebemos uma consciência de que a diaconia é a expressão concreta do amor. “Pela caridade, colocai-vos a serviço uns dos outros.” (Gl 5,13). A diaconia é vivida como conseqüência do seguimento de Jesus, na humildade, na pobreza, na obediência, na disponibilidade, na entrega até o martírio, no compartilhar bens, dores, alegrias, aspirações. Já nas comunidades do primeiro século temos uma organização caritativa da Igreja que provoca admiração entre os pagãos e certamente é a grande atração e motivo de conversão de tantos ao cristianismo. É pela diaconia da acolhida nas casas, pela diaconia da coleta, diaconia das refeições, diaconia da palavra, pela diaconia da administração dos bens, que as comunidades tornam-se lugar da realização de uma sociedade sem necessitados entre eles.

LITURGIA LIT10

Com a Reforma Protestante, o símbolo e a imagem foram relegados a um segundo plano e o mais alto grau de importância foi conferido à palavra. Por isso, hoje não temos uma visão melhor do sagrado, nem mesmo os protestantes. Contudo, a Igreja Católica continua externando os sentimentos de seus fiéis através dessa linguagem simbólica. Quem a conhece pode tirar proveito de conhecer o sagrado de uma forma mais íntima!

ORIENTAÇÃO PARA A CELEBRAÇÃO DA PALAVRA DE DEUS OCD11

Há alguns anos a Linha 4 — Dimensão Litúrgica da CNBB — vem trabalhando o importante tema das Celebrações Dominicais da Palavra de Deus. Uma pesquisa realizada nos anos de 1989-1990, respondida por 159 Dioceses, numa porcentagem de 65% sobre o total, revelou que esta é uma das formas celebrativas mais freqüentes. Aproximadamente 70% das comunidades reúnem-se e celebram os mistérios da fé ao redor da Palavra de Deus. A celebração da Palavra de Deus é um ato litúrgico reconhecido e incentivado pela Igreja. Sua reflexão torna-se ainda mais significativa se considerarmos o apreço das comunidades pela leitura e meditação da Sagrada Escritura e a prática da Leitura Orante.

MARIOLOGIA MAR12

Seu ventre é o verdadeiro Santo dos Santos do Templo de Jerusalém, pois, durante nove meses, desenvolvia-se o Menino-Deus, o verbo encarnado. Mas, pode-se perguntar por que Deus quis exaltar tanto Nossa Senhora? Pois, se a Santa Igreja Católica Apostólica Romana, corpo místico de Jesus Cristo, seu fundador e sua cabeça, incentiva a sua devoção, obviamente ela o faz movida pelo Espírito da Verdade que Cristo, Nosso Senhor, prometeu aos apóstolos e que o mundo não pode receber.

PNEUMATOLOGIA PNM13

Com a manifestação da Igreja no dia de Pentecostes começa a era do Espírito Santo: sua presença entre os seguidores de Jesus, os membros do Povo de Deus, é de tal maneira frutuosa que se poderia pensar que a Igreja é obra do Espírito Santo, mais que do Pai e Filho. Mas as relações do Espírito Santo com as outras duas pessoas só pouco a pouco foram esclarecidas. O Concílio de Constantinopla, em 381, definiu a consubstancialidade do Espírito Santo com o Pai e o Filho e proclamou a perfeita igualdade das Três Pessoas divinas. Podemos conhecer o Espírito Santo por sua manifestação através desta excelente apostila.

DIREITOS DE FAMÍLIA DF14

Para o mundo laico, a família é um corpo intermediário entre o indivíduo e o Estado. Sua finalidade primária é propagar a espécie, e sua finalidade secundária é favorecer o auxílio mútuo dos seus elementos. O estudo da família compreende aspectos sociológicos, jurídicos, morais, econômicos e religiosos que se entrelaçam. O Direito de Família é o fruto das influências desses diferentes aspectos em determinado tempo e local.

OS DONS DO ESPÍRITO SANTO DES15

Na convivência com as pessoas, percebemos que cada uma possui qualidades, dons próprios, característicos, e que, somando tudo, resulta uma riqueza imensa. É o próprio Espírito de Deus que distribui a cada um(a) os seus dons, segundo seu consentimento: nem todos têm de fazer tudo, mas cada um(a) precisa fazer a sua parte. Os dons são tão diversos como são as pessoas. Nos caminhos e descaminhos da vida, cada pessoa vai descobrindo suas possibilidades e capacidades pessoais. É preciso que cada um saiba ousar, mesmo encontrando dificuldades. Importa ter coragem, fincar o pé e buscar sempre. A busca pertence a cada pessoa que faz a sua história de fé para com Deus.

EPÍSTOLAS CATÓLICAS EC16

Uma composição datada e escrita por um indivíduo ou em nome de um grupo com o objetivo de ser recebida por um destinatário. O termo tem uso antigo e constitui modo literário importante a partir do conjunto de textos do Novo Testamento que ficaram conhecidos por epístolas. Neste sentido, distingue-se uma epístola de uma carta comum, pois não se destina à simples comunicação de fatos de natureza pessoal ou familiar, aproximando-se mais da crônica histórica que procura relatar acontecimentos do passado. As chamadas “sete” epístolas católicas possuem este nome, pelo fato de que as mesmas têm destinação mais universal do que as cartas paulinas

CRISTOLOGIA CRT17

"Quem dizeis que eu sou?" - é a pergunta fundamental de Jesus a seus discípulos. A mesma pergunta é dirigida hoje a todo aquele que deseja ser cristão. Cristologia é uma obra que, em meio a tendências mais ou menos equivocadas ou reducionistas de ontem e de hoje, procura, à luz das recentes contribuições no campo cristológico, aprofundarem tanto o mistério da pessoa como o próprio sentido da humanidade de Jesus Cristo na história e no mundo. Esta apostila pretende dar enfoque à história humana de Jesus, muitas vezes esquecida pelo peso excessivo da especulação cristológica.

ORATÓRIA ORT18

Unir pensamento e palavra para o êxito nas relações entre as pessoas é o objetivo da presente apostila. Para conseguir os objetivos a que se propõe, a mesma é dividida em etapas de capacitação, correção e desenvolvimento. Através dessas etapas, você segue os caminhos que mostram os meios para o conhecimento pessoal, as deficiências e como corrigi-las através da capacitação psicológica, os métodos de comunicação, oratória (arte de falar para ser ouvido); eloqüência (arte atrair, interessar e convencer); persuasão (arte de convencer) e relações humanas.

SACRAMENTOS SCM19

um rico e esclarecedor material elaborado sob a égide do Catecismo da Igreja Católica, seus conteúdos visam orientar todas as equipes responsáveis pela formação de novos cristãos oferecendo subsídios para a catequese contínua. Do Batismo à Unção você terá informações precisas sobre seus significados e simbologias de todos os Sacramentos instituídos por Nosso Senhor Jesus Cristo. Sinal sensível, ou seja, meio pelo qual Deus se comunica com o ser racional. São João Crisóstomo dizia: "Cristãos, se fosses incorpóreo os dons que Deus te faz também o seriam; mas como tua alma está unida a um corpo, Deus quis apresentar-te por meio dos dons sensíveis o que não pode ser captado senão pela inteligência". Efeitos sobrenaturais estão simbolizados pela matéria empregada, como é o caso da água no batismo. Diz o ritual: “Ó Deus, pelos sinais visíveis dos sacramentos realizais maravilhas invisíveis”.

O PAPADO DE PEDRO PP20

“Quem é que as pessoas dizem ser o Filho do Homem?” Na resposta de Simão, Jesus viu a ação, o dedo de seu Pai, muda-lhe o nome para Pedro e dá-lhe poder excepcional de superintendente, cabeça dos apóstolos: “Eu te darei as chaves do Reino dos Céus, tudo o que ligares na terra será ligado nos céus” (Mt 16,19); e, em outra passagem, Jesus diz rezar especialmente para que Pedro não tenha a sua fé desfalecida: “ Simão , Simão eu roguei por ti para que tua fé não desfaleça e, tu uma vez confirmado, confirma teus irmãos “ (Lc. 23, 31s). Lembremos-nos ainda da inesquecível narrativa da aparição do Ressuscitado à beira do mar da Galiléia. O Senhor pede de Pedro tríplice confissão de amor e faz dele pastor dos pastores, apascentador de cordeiros e ovelhas. Há quem afirme que a expressão latina. ”Pastor Pastorum” (Pastor dos Pastores) deu origem à palavra Papa. O Colégio dos Apóstolos, movido pelas palavras do Senhor e pelo Espírito, logo viu em Pedro seu autêntico chefe visível. Outras passagens do Novo Testamento indicam-nos sua posição ímpar na Igreja nascente.

O CONJUNTO DOS EVANGELISTAS SINÓTICOS CES21

Os exegetas chamam evangelhos sinópticos aos de Mateus, Marcos e Lucas. Os evangelhos sinóticos estão relacionados um com o outro segundo o seguinte determinado esquema. Marcos tem 7 peculiaridades e 93 coincidências. Mateus tem 42 peculiaridades e 58 coincidências. Lucas tem 59 peculiaridades e 41 coincidências. Isso é, 13/14 (treze quatorze avos) de Marcos, 4/7 de Mateus e 2/5 de Lucas descrevem os mesmos eventos em linguagem similar. Por parecer que quase teriam ido beber as suas informações a uma mesma fonte, como os primeiros grandes exegetas eram alemães, designaram essa fonte por Q, abreviatura de Quelle, que significa precisamente «fonte».

DOUTRINA SOCIAL DA IGREJA DSC22

Após alguns anos de reflexão, estudo e trabalho intelectual intenso, a Igreja Católica disponibilizou aos católicos, demais cristãos e a todas as pessoas comprometidas com a humanização e promoção do bem social de todos: a Doutrina Social da Igreja, elaborada pelo Pontifício Conselho Justiça e Paz. Originada de um profundo discernimento dos sinais dos tempos, a Doutrina Social da Igreja objetiva subsidiar um discernimento capaz de assumir alguns desafios decisivos e de grande importância para a sociedade, quais sejam: - o desafio cultural, que demanda a atenção à interdisciplinaridade e o encontro do Evangelho com as culturas; - o desafio da superação da indiferença ética e religiosa e da necessidade de uma renovada colaboração inter-religiosa; - e, por fim, o desafio pastoral de consolidação da doutrina social na própria missão da Igreja. À medida que a Igreja continua a desenvolver a sua doutrina, os acontecimentos deste mundo continuam a exigir uma reflexão ainda mais profunda, uma espiritualidade capaz de dar força e perseverança face aos obstáculos. Nós precisamos duma espiritualidade que convença os corações das pessoas de que, afinal, é o amor gratuito de Deus que trará solução a todos os males do mundo. Entretanto, como cristãos, temos de cumprir a nossa parte em levantar o nível da consciência do plano de Deus, em avaliar tudo o que acontece no mundo em relação a esse plano, e em nos comprometermos com o trabalho da justiça até que Ele volte. Lutar pela transformação do mundo não é tarefa nem para sonhadores ingênuos nem para entusiastas exaltados. Transformar o mundo implica conhecer algo sobre o mundo e que é que nele precisa de transformação. Qualquer envolvimento na ação em prol da justiça deve reconhecer a injustiça sistêmica que é responsável por grande parte da fome a nível mundial, da falta de casa, da violência e da destruição do ambiente. Uma porção significativa de qualquer programa de formação para a justiça deverá preocupar-se com sistemas e estruturas de injustiça - como e porque funcionam. Aquilo de que precisamos é de um MÉTODO, ou processo, de análise dos sistemas sociais e dos sintomas do seu mau funcionamento que levam à injustiça. Há uma série de manuais úteis para fazer análise social/estrutural. Nesta Apostila você encontrará o método perfeito e, através dele, aprenderá a analisar a realidade social de sua comunidade e, após a elaboração da análise, você agirá conforme os preceitos da Santa Igreja em prol da justiça e do bem comum.

Last modified: Wednesday, 11 November 2009, 08:41 AM